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Publicado na Quarta, 12 de janeiro de 2022, 11h50
Mercado Imobiliário em 2022 e o que esperar dele

A demanda por compra e venda de imóveis seguirá sendo uma forte tendência em 2022 (Foto: Pexels)

 

2021 foi marcado pela alta da Selic depois de cerca de quatro anos em queda. Para 2022, a previsão é passar por novas altas e atingir, ao final do ano, a mediana de 11,50%, segundo projeção do Relatório de Mercado Focus, do Banco Central ― o que consequentemente impacta o mercado imobiliário. Isso porque, se a Selic seguir em elevação, o valor da taxa de financiamento de imóveis e aluguéis aumenta.

 

Apesar disso, para Kristian Huber, co-fundador e vice-presidente de negócios da Loft, “a demanda por compra e venda de imóveis seguirá sendo uma forte tendência em 2022”, diz em entrevista à Casa Vogue. O motivo? “O mercado imobiliário é um investimento sólido, é uma classe de ativos consolidada e o imóvel residencial no Brasil sempre foi uma reserva de valor. Ou seja, se houver uma crise muito grande, o imóvel estará lá”, afirma.

 

 

A previsão de Huber vai ao encontro dos dados de 2021 em que as vendas de imóveis novos registraram aumento de 46,1% no primeiro semestre, de acordo com balanço divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). “O mercado imobiliário foi o que se recuperou mais rapidamente dos reflexos da pandemia nesses quase dois anos. Então nossa expectativa é de que, em 2022, tenhamos a continuidade desse movimento, com novos empreendimentos sendo lançados”, conta José Augusto Viana Neto, presidente do conselho regional de corretores de imóveis de São Paulo.

 

Do ponto de vista de locação, “em 2022, as pessoas devem procurar imóveis de um quarto próximos aos transportes públicos”, afirma Admar Cruz, diretor do QuintoAndar. “O ano passado terminou com altas consecutivas no preço do aluguel, o que indica que o mercado está ganhando tração. (...) De acordo com Índice QuintoAndar, no Rio de Janeiro, o preço médio do metro quadrado superou o patamar registrado na pré-pandemia. Em São Paulo, o valor médio ainda está 7,8% abaixo, mas 40% dos bairros já estão acima do registrado antes da crise sanitária. Para este ano, a perspectiva é de continuidade desse movimento nessas cidades”, diz Cruz.

 

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